A diretora criativa da Farrow & Ball, Charlotte Cosby, confirma isso, observando que há “um afastamento geral dos cinzas mais duros que foram tão populares na última década”. A maioria das pessoas optaria por tons mais amigáveis e quentes.
Para ambos os especialistas, isso também tem algo a ver com a pandemia. “A necessidade de encontrar um refúgio seguro em casa aumentou”, diz B. Schröer. Nesse sentido, a saudade do casulo é uma tendência que perdura.
Pinte também a moldura da porta e o teto – O especialista tem alguma dica para lidar com as tintas? “Sim, às vezes pode ser suficiente definir detalhes muito agradáveis apenas destacando a moldura da porta em tintas ou dando aos móveis uma nova aparência com tintas.”
Também é muito bom incluir o teto na mudança de cor. “Quem quer olhar para um cobertor branco no quarto todas as manhãs?!” Puxa, ela está certa…
Descobertas de um pesquisador de tintas – Em seu laboratório de pesquisa “Color Light Space”, o pesquisador de tintas Professor Axel Buether reconheceu a influência de longo alcance das tintas diretamente no sistema nervoso. Depois disso, a luz e a cor influenciam todas as funções vegetativas do corpo, como metabolismo, respiração, pressão sanguínea e tônus muscular.
As emoções também mudam com a cor. E como os sentimentos são a força motriz mais poderosa de uma pessoa, eles também têm o poder de moldar pensamentos e ações. “As tintas são a língua materna do inconsciente”, escreveu o psiquiatra Carl Gustav Jung.